NXT Academy Há alguns anos, um antigo projeto editorial de uma revista de carreira e negócios, sem muitos pudores, recomendava que as capas estampassem preferencialmente homens brancos, jovens e bem apessoados – o estereótipo do “sucesso”. Diversidade não era o tema da moda.
Mas, em 2013, a questão começava a emergir pela ótica das mulheres. À época, uma reportagem da VOCÊ RH (A hora e a vez das mulheres) dava a dimensão do problema: apenas 3% dos CEOs das 500 maiores companhias listadas pela Fortune eram mulheres. Mesmo entre as 150 Melhores Empresas para Trabalhar do Brasil, elas ocupavam apenas 23% dos cargos de gerência, 12% dos de diretoria e 7% dos de presidência.
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